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Apresentação
As retenções e os recolhimentos das
obrigações previdenciárias devem, obrigatoriamente,
ser efetuadas de conformidade com vasta legislação
da Previdência que trata do assunto, de modo a elidir a responsabilidade
solidária da contratante.
Neste sentido, procurou-se analisar toda a legislação
que trata do assunto com o objetivo de reunir as normas e os critérios
para retenção e recolhimento das contribuições
previdenciárias de contribuintes individuais, cooperativas
de trabalho e empresas contratadas de forma a evitar, no futuro,
que o descumprimento das obrigações previdenciárias
venha configurar crime contra a Seguridade Social e, consequentemente,
ensejar representação fiscal contra a Empresa/Administração
Pública, para fins penais.
Objetivos
Orientar os gestores públicos, profissionais
e especialistas responsáveis pelas fases de retenção,
recolhimento e informação das contribuições
previdenciárias relativas ao pagamento dos serviços
prestados às empresas/administrações públicas.
Esclarecer os procedimentos operacionais para o recolhimento e informações
obrigatórias no aplicativo SEFIP, de uso obrigatório
para Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência
Social a partir de 21/11/2008.
Público-Alvo
Gestores Públicos que atuem nas áreas
de contabilidade, planejamento, execução, controle
das receitas e despesas públicas, auditores e controladores
internos e externos, profissionais e especialistas voltados na área
e necessitem de conhecimento e se desenvolver nos atributos de retenção
e recolhimento de contribuições previdenciárias.
Metodologia
Aula expositiva/participativa e oficinas pedagógicas.
Ênfase nos seguintes instrumentos legais: Lei nº 8.212/1991;
Lei nº 10.666/2003; Decreto nº 3.048/1999 e Instrução
Normativa nº 971/2009.
Programação
I – Contribuição Previdenciária
em Serviços Prestados por Empresas
1 - Responsabilidade Solidária
1.1 – Empreitada Total na Construção Civil
2 – Retenção
2.1 - Obrigação Principal da Retenção
2.2 – Contribuição Adicional
2.3 – Emissão de Duas NFs, Faturas ou RPS
2.4 - Empreitada Parcial e Serviços na Construção
Civil
2.4.1 – Matrícula da Empresa junto ao INSS
2.5 - Dispensa da Retenção
2.6 - Deduções da Base de Cálculo
2.6.1 - Quando houver Previsão no Contrato de Fornecimento
de Material ou Equipamento Mecânico pela Empresa Contratada
2.6.2 - Quando não houver Previsão no Contrato de
Fornecimento de Material ou Equipamento Mecânico pela Empresa
Contratada
2.6.3 - Retenção da Contribuição das
Subempreiteiras
2.7 - Alíquota Adicional
2.8 - Destaque da Retenção
2.9 - Recolhimento do Valor Retido
3 – Obrigações e Responsabilidades
da Administração Pública e da Empresa Contratada
3.1 - Obrigações e Responsabilidades da Administração
Pública
3.1.1 - Riscos Ambientais de Trabalho
3.2 - Obrigações e Responsabilidades da Empresa Contratada
4 – Critérios Operacionais
4.1 - Apuração da Base de Cálculo nas Contribuições
4.2 - Guia da Previdência Social – GPS
II – Contribuições Previdenciárias
em Serviços Prestados por Contribuintes Individuais
1 – Fundamentos Básicos
1.1 – Conceitos
1.2 – Ocorrência do Fato Gerador
1.3 – Base de Cálculo das Contribuições
2 – Arrecadação das Contribuições
Previdenciárias
2.1 – Contribuições da Administração
Pública – Patronal
2.1.1 – Transportador Rodoviário Autônomo
2.2 – Retenção da Contribuição
Previdenciária Devida pelo Contribuinte Individual
2.2.1 – Transportador Rodoviário Autônomo
2.3 – Comprovante de Pagamento de Remuneração
2.4 – Recolhimento do Valor Retido
3 – Prestação de Informações
à Previdência Social
3.1 – GFIP/SEFIP
4 – Obrigações do Contribuinte
Individual
4.1 – Quando Exercer Atividades Somente como Contribuinte
Individual
4.2 – Quando Exercer Atividade como Segurado Empregado
4.3 – Demonstrativo de Cálculo
5 – Critérios Operacionais
5.1 - Recibo de Prestação de Serviços –
RPS
5.2.1 – Transportador Rodoviário Autônomo
5.3 – Utilização do SEFIP
5.3.1 – Cadastro de Trabalhador
5.3.2 – Abertura de Movimento
5.3.3 – Movimento de Trabalhador
5.3.4 – Fechamento do Movimento
III – Contribuições Previdenciárias
em Serviços Prestados por Cooperados por Intermédio
de Cooperativa de Trabalho
1 – Fundamentos Básicos
1.1 – Conceitos
1.2 – Ocorrência do Fato Gerador
2 – Arrecadação das Contribuições
Previdenciárias
2.1 - Obrigação Principal da Retenção
2.2 – Contribuição Adicional
2.3 – Deduções da Base de Cálculo
2.3.1 - Quando houver Previsão no Contrato de Fornecimento
de Material ou Equipamento Mecânico pela Cooperativa de Trabalho
2.3.2 - Quando não houver Previsão no Contrato de
Fornecimento de Material ou Equipamento Mecânico pela Empresa
Contratada
2.4 – Bases de Cálculo Especiais
2.4.1 – Atividade de Transporte de Cargas e Passageiros
2.4.2 – Atividades da Área de Saúde
2.4.3 – Atividades Odontológicas
2.5 - Destaque da Retenção
3 – Obrigações e Responsabilidades
da Administração Pública e da Empresa Contratada
3.1 - Obrigações e Responsabilidades da Administração
Pública
3.1.1 - Riscos Ambientais de Trabalho
3.2 - Obrigações e Responsabilidades da Empresa Contratada
4 – Prestação de Informações
à Previdência Social
4.1 – GFIP/SEFIP
4.2 – Utilização do SEFIP
4.2.1 – Abertura de Movimento
4.2.2 – Entrada de Dados no Sistema
4.2.3 – Fechamento do Movimento
5 – Critérios Operacionais
5.1 – Recolhimento do Valor Retido
5.2 – Notas Fiscais ou Faturas
5.3 - Apuração da Base de Cálculo da Alíquota
Adicional
5.3.1 – Quando houver Previsão em Contrato da Utilização
de Cooperados Envolvidos em Condições Especiais Prejudiciais
à Saúde e à Integridade Física
5.3.2 – Quando não houver Previsão em Contrato
da Utilização de Cooperados Envolvidos em Condições
Especiais Prejudiciais à Saúde e à Integridade
Física
Coordenador/Instrutor do Curso
Douglas Alves Souza
Bacharel em Ciências Econômicas pela
Universidade Federal de Juiz de Fora e Especialista em Gestão
Estratégica Pública pela Fundação João
Pinheiro. Atuou na implementação e execução
do atual Sistema de Controle Interno da Prefeitura de Juiz de Fora.
Enquanto Chefe do Departamento de Normas Técnicas do Sistema
de Controle Interno, coordenou, regulamentou e normatizou metodologias
e técnicas operacionais para aperfeiçoar a administração
de muitos setores da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora; regulamentou
e ministrou cursos sobre a Retenção e o Recolhimento
das Obrigações Previdenciárias; regulamentou
e ministrou cursos sobre o pagamento de despesas por meio de adiantamento;
com vistas a obter uma melhor gestão administrativa, regulamentou
a classificação orçamentária das despesas,
com base na unificação das contas nacionais determinada
pela Lei de Responsabilidade Fiscal; normatizou e ministrou treinamentos
sobre as despesas com publicidade na administração
pública; regulamentou os procedimentos necessários
à realização de uma Tomada de Contas Especial;
regulamentou e ministrou treinamentos acerca da estimativa do impacto
orçamentário-financeiro, na forma de que tratam os
artigos 16 e 17 da Lei de Responsabilidade Fiscal; dentre outros.
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